Núcleo de Cantanhede da Liga dos Combatentes participou na Comemoração do Dia dos Finados

O Núcleo de Cantanhede da Liga dos Combatentes participou, no passado dia 2 de Novembro, nas comemorações do Dia dos Finados.

A comemoração teve início no largo de Santo António, em Covões, com a deposição de uma coroa de flores e a leitura de uma prece pelo pároco Maçarico, junto ao Monumento dos Combatentes do Ultramar. Estiveram presentes nesta cerimónia a Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, o Presidente da União de freguesias de Covões e Camarneira, o Presidente do Núcleo de Cantanhede da Liga dos Combatentes, entre muitos combatentes que se juntaram a esta homenagem.

De seguida, a comitiva dirigiu-se para Cantanhede, onde marcou presença numa celebração religiosa, ministrada pelo padre João Pedro Lopes na Igreja Matriz, seguido de uma romaria ao cemitério. Aqui estiveram presentes Casas de Melo, em representação da Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, a Presidente da União de Freguesias de Cantanhede e Pocariça, o Presidente da Assembleia Geral do Núcleo de Cantanhede, o Presidente do Núcleo de Cantanhede, entre vários anónimos. No Talhão e junto do Ossário foi colocada uma coroa de flores e prestada a devida homenagem aos Combatentes que tombaram em defesa da Pátria, na firme esperança que aqueles que morreram não sejam esquecidos.

“A morte continua a ser um tabu. Não se fala, não se discute, e, quando chega, as pessoas ficam sem saber o que fazer. Não é só tristeza, é uma oportunidade de reflexão e um tempo precioso para pensarmos nas nossas vidas e naqueles que se bateram pela Pátria e pela Nação. O ritual de ir ao cemitério ajuda a fazer o luto e é a forma de recordarmos os nossos antepassados. No dia de Finados somos chamados a dar um sentido cada vez mais forte às nossas vidas e aproveitar cada instante para enaltecer a memória daqueles que tombaram na esperança de um futuro melhor. Que as almas de todos os fiéis defuntos descansem em paz e que o seu testemunho se perpetue pelos tempos, servindo, em qualquer parte do mundo, como testemunho para as gerações futuras que têm a missão de dignificar e não deixar cair no esquecimento todos aqueles que um dia foram chamados por Portugal para serem Combatentes.  Sofremos a saudade, é verdade, mas não nos desesperamos, porque não desperdiçamos a oportunidade de estar juntos daqueles que um dia estiveram ao nosso lado”, partilhou Mário Cavadas, presidente do Núcleo.