Exposição “Da Natureza e do Homem” patente na Biblioteca de Cantanhede

A Biblioteca Municipal de Cantanhede tem patente ao público, até 30 de Abril, a exposição “Da Natureza e do Homem”, de Hugo Ferreira.

No total são 31 registos fotográficos a cores e a preto e branco, retratando diversas temáticas nomeadamente a natureza, arquitectura e vida urbana. A mostra apresenta registos fotográficos a cores de grande beleza e sensibilidade de paisagens naturais e urbanas. Instantâneos captados nas Serras de Sintra e do Caramulo, no Parque Natural da Serra da Estrela, na Pateira de Fermentelos, na Lagoa de Óbidos, nas Praias de Mira e da Figueira da Foz, entre outras, revelam aspectos dos locais, na perspectiva singular do fotógrafo.

As fotografias a preto e branco registam instantâneos obtidos em contexto urbano, e apontamentos de arquitectura, em Coimbra, na Figueira da Foz, em Ílhavo e em Aveiro.

Possuidor de grande sensibilidade artística, Hugo Ferreira revela nos seus trabalhos fotográficos meticulosidade, sentido estético e apurado sentido de oportunidade.

Sobre Hugo Ferreira

Hugo Ferreira é natural da Gândara, Mortágua. A fotografia surgiu na sua vida há pouco mais de 4 anos quando concorreu com algumas fotos para o “Maior álbum fotográfico do Mundo”, promovido pela Dreambooks. Desde aí, a paixão e o interesse pela fotografia desenvolveram-se e Hugo Ferreira dedica-a esta arte muito do seu tempo livre. A fotografia veio, assim, preencher uma necessidade que o autor sentia de se expressar criativamente. O gosto foi crescendo e Hugo Ferreira decidiu fazer uma formação básica em fotografia para aprofundar conhecimentos técnicos a que juntou alguma autoformação, nomeadamente através de pesquisas na Internet.

A exposição “Da Natureza e do Homem” reúne algumas das imagens mais marcantes do fotógrafo, resultantes da sua produção fotográfica de 2015 e 2016. Este conjunto de 31 imagens retrata os temas preferidos do autor quando fotografa: aspectos singulares da natureza, arquitectura e temas urbanos.

Segundo Hugo Ferreira, cada pessoa tem um olhar único sobre a realidade que observa e o autor considera que é a fotografar que se aperfeiçoa a técnica, corrigindo e aprendendo com os erros, para chegar ao resultado ideal. O fotógrafo procura sempre captar a sua visão do objecto que fotografa, que pode ser uma paisagem, um edifício, não tentando imitar ninguém.

Hugo Ferreira expôs em várias exposições colectivas e, individualmente, no Centro de Animação Cultural de Mortágua, em 2014, no Instituto Português do Desporto e Juventude.