Bombeiros de Cantanhede têm nova ambulância de transporte de doentes

Entrou esta quarta-feira, dia 9 de Março, ao serviço dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede a nova ambulância de transporte múltiplo da corporação. O veículo, do tipo A2, que chegou ao quartel ao final da tarde da última sexta-feira, estreou-se com um transporte de doentes para o Porto.

A ABTM12 vem reforçar a resposta dos Bombeiros de Cantanhede à população no transporte de doentes não urgentes. Está preparada e equipada para o transporte de doentes em maca, banco e/ou cadeira de rodas e seus acompanhantes.

De acordo com Adérito Machado, presidente da Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, os serviços de transporte de doentes não urgentes têm aumentado significativamente, razão pela qual se tornou imperativo o aumento da frota de ambulâncias, de modo a responder às solicitações.

“Embora tenhamos efectuado candidaturas a fundos comunitários para aquisição de veículos, a necessidade desta ambulância era tal que foi necessário avançar com a compra, mesmo sem qualquer financiamento”, explica o presidente da AHBVC.

A nova ambulância custou cerca de 40 mil euros, valor suportado na totalidade pela AHBVC.

Adérito Machado reforça que esta aquisição só foi possível porque AHBVC se encontra num momento de estabilidade económica, fruto das políticas implementadas por esta Direcção. “As contas foram revistas, foram implementadas várias medidas com vista à majoração da poupança, foi reforçada a aposta no serviço de transportes de doentes não urgentes e na realização regular de eventos de angariação de fundos, como o Caça Sabores – Festival Gastronómico de Caça, a ter lugar já no próximo sábado, 12 de Março”.

Para o presidente da AHBVC, a estabilidade económica da Associação deve-se também à forma como a sociedade civil vê os Bombeiros.

“Há cada vez mais o reconhecimento de que quando se apoia os Bombeiros está-se a contribuir para que existam melhores meios de socorro e protecção no concelho, com benefícios para todos. Esta consciência reflete-se no crescimento do número de sócios, tanto particulares como ao nível de empresas”, conclui Adérito Machado.